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Coisas que
curtimos
Nossa amarelada lista com nomes de amigos
antigos e novos que conquistamos na Rota, lista esta pregada na lateral da
geladeira da Bohemia.
Perguntar ao cliente qual copo ele deseja para
tomar a sua cerveja ou caipirinha. O prazer que temos de escolher queremos
para o nosso cliente.
Nossos pratos pintados pela irmã de Luisa, a
educadora Cristina. Caracterizam nosso gosto pela boa comida. Temos clientes
com pratos personalizados.
Nosso Abará, quitute raro em Sampa, feito no
capricho pelo irmão de Luisa, o também educador Venâncio, que adora preparar
os Abarás sem excesso de Dendê, mas servidos na folha de bananeira, com os
recheios do Acarajé – Vatapá, Caruru, Camarão seco de Salvador e salada de
tomate e cebola.
Para fechar:
Neste final de semana ouvi o seguinte elogio:
ver a Luisa preparar um prato de Acarajé é como se ela estivesse pintando um
quadro.
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Luisa, paulista do bairro do Ipiranga, publicitária, professora
universitária, ligada à mídia e ao marketing, sempre adorou comer bem,
viajar, aprender, cozinhar. Especialista em “copiar“ receitas.
Degusta, assimila sabores, repete
imediatamente a receita em casa ou na pequena Rota do Acarajé. Adora receber
pessoas, conversar, trocar receitas e criar algumas também.
Descendente de mãe italiana e pai
libanês, brinca dizendo que cresceu, e cresceu mesmo, 1,74 m, por pertencer
a origens de grandes gastrônomos. Seu pai adorava a mesa sempre montada,
fosse com pão e queijo, mas sempre posta. Sempre gostou de conhecer lugares
e levar a família uma vez por semana para comer fora, isso a filha herdou.
Seu sonho, abrir uma pizzaria.
É só chegar na Rota que Luisa vai
fritar, na hora, o Acarajé solicitado e servir com muito prazer
no que faz.
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O Gil e o cunhado Venâncio, o responsável pelo nosso Abará, quitute delicioso e raro em Sampa, |
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Parte da equipe atendendo a um evento externo |
Gil, Gilberto Gil ou Gil
baiano? Nenhum dos dois, Ricardo Gil.
Nascido em
Pindamonhangaba, mãe pindense (grande cozinheira) e pai gaúcho, fazedor
de grandes churrascos, pato na brasa, feijoada, etc., também adorava se
reunir com amigos, jogar truco, comer e beber bem. Foi dono de restaurante
por mais de 20 anos em Pinda. Fazia uma caipirinha batida no
liquidificador, imperdível.
Sempre dizia: a comida que
sirvo aos meus clientes é a mesma que alimenta minha família.
Gil, bancário, vendedor de
produtos químicos para lavanderia e autônomo do ramo de confecção e mais 4
irmãos, sempre recebiam seus amigos em casa e no restaurante da família e
daí surgiram suas especialidades: caipirinhas (hoje na Rota limão
Siciliano e gengibre) e costela de panela com agrião – show.
Cozinha para funcionários
e amigos, nas noites de domingo, véspera da folga da segunda-feira.
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Na casa que funciona de
terça a domingo, Lu e Gil se envolvem com as baianas a trocar idéias,
observar, aprender. Gil é quem lava o feijão do Acarajé, quantidades
enormes, e depois que Renaldo passa no moinho, Lu e Gil fazem questão de
frita-los e servi-los na mão (como na Bahia), no prato, meia porção de
minis, porção inteira de minis e assim vai...
Como surgimos? Como surgiu
a pequena Rota do Acarajé? Luisa brinca dizendo que escorregamos no
quiabo.
Uma amiga baiana tinha um
sonho, viver e ganhar muito dinheiro em Sampa.
Desde 1997 plantamos este
pedido na cabeça, mas com outras atividades fomos deixando o tempo passar.
Em 2002, apostamos no
Acarajé que ela fazia e partimos para fazê-lo em casa e serví-lo em feiras
e eventos em geral.
Foi o bastante. Com cinco eventos percebemos que o Acarajé é algo elogiado e
adorado
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Rose, a mestre-cozinheira baiana,
e sua irmã Marlene |
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Luisa e Gil |
Daí veio a necessidade de
uma idéia diferenciada, então vamos lançar o Acarajé Delivery.
Logo no início o público
do bairro nos recebeu muito bem e cuidou de mudar nossa forma de atuação.
Exigiram mesas na calçada, sempre cerveja bem gelada e a ampliação do
nosso cardápio.
Hoje nossa amiga que iniciou
conosco já voltou para Salvador e nós, com nossas especialistas baianas,
aqui continuamos.
É MUITO AXÉ.
Do nosso pequeno espaço,
extraímos pratos diferenciados e fartos e sempre estamos incrementando e
ouvindo as mais diversas sugestões.

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