_mg_9271Luisa, paulista do bairro do Ipiranga, publicitária, professora universitária, ligada à mídia e ao marketing, sempre adorou comer bem, viajar, aprender, cozinhar. Especialista em “copiar“ receitas. Degusta, assimila sabores, repete imediatamente a receita em casa ou na pequena Rota do Acarajé. Adora receber pessoas, conversar, trocar receitas e criar algumas também.
Descendente de mãe italiana e pai libanês, brinca dizendo que cresceu, e cresceu mesmo, 1,74 m, por pertencer a origens de grandes gastrônomos. Seu pai adorava a mesa sempre montada, fosse com pão e queijo, mas sempre posta. Sempre gostou de conhecer lugares e levar a família uma vez por semana para comer fora, isso a filha herdou. Seu sonho, abrir uma pizzaria.
É só chegar na Rota que Luisa ou sua equipe irão fritar na hora, o Acarajé solicitado e servir com muito prazer no que fazem.
Gil, Gilberto Gil ou Gil baiano? Nenhum dos dois, Ricardo Gil.
Nascido em Pindamonhangaba, mãe pindense (grande cozinheira) e pai gaúcho, fazedor de grandes churrascos, pato na brasa, feijoada, etc., também adorava se reunir com amigos, jogar truco, comer e beber bem. Foi dono de restaurante por mais de 20 anos em Pinda. Fazia uma caipirinha batida no liquidificador, imperdível. Sempre dizia: a comida que sirvo aos meus clientes é a mesma que alimenta minha família.
Gil, bancário, vendedor de produtos químicos para lavanderia e autônomo do ramo de confecção e mais 4 irmãos, sempre recebiam seus amigos em casa e no restaurante da família e daí surgiram suas especialidades: caipirinhas (hoje na Rota limão Siciliano e gengibre, Maracujá e Pimenta Rosa, Da Rota com três limões e muitas outras) e costela de panela com agrião – show. Cozinha para funcionários e amigos, nas noites de domingo, véspera da folga da segunda-feira.
Na casa que funciona de terça a domingo, Lu e Gil se envolvem com as baianas a trocar idéias, observar, aprender. Gil é que, lava o feijão do Acarajé, quantidades enormes que aprendeu com uma baiana original. Lu e Gil fazem questão de  servi-los na mão (como na Bahia), no prato com mais recheios, meia porção de minis, porção inteira de minis e assim vai…
Como surgimos? Como surgiu a pequena Rota do Acarajé? Luisa brinca dizendo que escorregamos no quiabo. Uma amiga baiana tinha um sonho, viver e ganhar muito dinheiro em Sampa.
Desde 1997 plantamos este pedido na cabeça, mas com outras atividades fomos deixando o tempo passar. Em 2002, apostamos no Acarajé que ela fazia e partimos para fazê-lo em casa e serví-lo em feiras e eventos em geral.

Foi o bastante. Com cinco eventos percebemos que o Acarajé é algo elogiado e adorado
Daí veio a necessidade de uma idéia diferenciada, então vamos lançar o Acarajé Delivery.
Logo no início o público do bairro nos recebeu muito bem e cuidou de mudar nossa forma de atuação. Exigiram mesas na calçada, sempre cerveja bem gelada e a ampliação do nosso cardápio. Hoje nossa amiga que iniciou conosco já voltou para Salvador e nós, com nossas especialistas baianas, aqui continuamos.
É MUITO AXÉ.
Do nosso pequeno espaço, extraímos pratos diferenciados e fartos e sempre estamos incrementando e ouvindo as mais diversas sugestões.

Luiza e Gil

Veja algumas fotos da casa